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Antônia Morais apresenta seu novo álbum [Luzia 20.20], e traz com ele uma história incrível.

Antônia Morais conta para nós um pouco do seu momento atual com seu segundo álbum recém lançado "Luzia 20.20", e a experiência de como está sendo divulgar seu novo trabalho durante a pandemia. Antônia que estreou nas telinhas em 2012, atuou em novelas, foi protagonista em uma minissérie e também atuou ao lado da sua mãe, Glória Pires, no filme "Linda de morrer" dando um show de atuação. Confira a entrevista para nossa redação:


Você lançou seu segundo álbum (Luzia 20.20) durante a

pandemia, como foi esta experiência?

Foi interessante, estávamos na finalização e o confinamento me obrigou a olhar com mais

cuidado para o meu álbum. Então pude me dar ao luxo de pensar nos mínimos detalhes, e no acabamento de álbum como um todo.


Quais foram os maiores desafios deste lançamento em uma fase tão conturbada e limitante? E quais foram as surpresas positivas e inesperadas que esta fase te trouxe?

O desafio foi que eu não pude fazer shows para divulgar, e isso era uma coisa que eu estava com bastante saudade. O ponto positivo é que as pessoas estavam mais tempo em casa, consumindo bastante música, então puderam prestar bastante atenção no álbum.


Por que o nome Luzia 20.20?

É uma homenagem ao fóssil de Luzia, que foi queimado no Museu Nacional.


Tem planos para turnê (assim que der)? Já tem alguma agenda ou trabalho relacionado para divulgar?

Vou fazer um show gravado para minhas redes sociais agora entre junho e julho para divulgar a música nova “Sidewalk”. Em novembro estou no Line Up do Festival Rock The Mountain, vamos tocar nos dois fins de semana. E em janeiro do ano que vem lanço meu terceiro álbum, aí sim vamos falar de turnê.


Como foi produzir este álbum que é visivelmente tão diferente do primeiro que você lançou?

Para mim, é sempre muito bom fazer música, mas foram processos muito diferentes e momentos de vida muito diferentes. Isso fica visível na música.


O que este álbum traz, na sua opinião, de mais diferente do primeiro?

Acho que é um álbum mais leve, mais fluido, mais claro. Mas ainda assim tem minha personalidade ali, dá para ver que é meu.


Quanto à composição das músicas, você acredita que elas tiveram como inspiração fases da sua vida ou pessoas, ou mesmo a influência forte de sua família e do mundo artístico ao qual você está inserida desde tão nova?

Quando eu componho eu misturo muitas coisas. Faço uma colagem de passado, futuro e crio situações imaginárias também. Acho que minhas letras são bastante existencialistas e filosóficas.


Qual foi o trabalho mais memorável de sua vida?

"Tenho 3. Milagros, meu primeiro álbum, Lucia McCartney, minha primeira protagonista e Luzia 20.20, meu segundo álbum".


Para você, o caminho da música é maior que o caminho da atuação? Ou é algo que você pretende que caminhe lado a lado?

"Lado a lado para mim é difícil. Nesse momento a música é minha prioridade por ser muito autoral e pessoal, precisa de mim 100%, não consigo dividir a atenção. Mas se surgirem projetos legais como atriz eu vou analisar e se fizerem sentido, vou fazer."


Agora pessoalmente falando, quais foram os desafios e dificuldades que enfrentou nesse período de pandemia?

Em 2020 o confinamento para mim foi bem complicado, mas são águas passadas. Agora estou bem e feliz, louca para ser vacinada, rs.


Como foi a resposta do público em comparação com o lançamento do seu primeiro álbum?

"Foi muito positiva. Meu primeiro álbum era muito caótico e barulhento, teve seu público, mas acho que no geral as pessoas sentiam vontade de ouvir minha voz com mais clareza e se aproximarem do meu discurso. "






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